Quais são os tipos de vinho? Veja as principais classificações
Escolher vinho pode ser delicioso… e um pouco confuso. Tinto ou branco? Espumante ou tranquilo? Seco ou com suave? A boa notícia é que existe uma lógica por trás disso tudo. Quando você entende os tipos de vinho e as principais categorias, fica mais fácil acertar na garrafa, comparar rótulos e descobrir novos estilos que combinam com o seu paladar.
Neste conteúdo, você vai descobrir quais são os tipos de vinho e como funciona a classificação de vinhos por estilo, cor, intensidade dos vinhos e teor de açúcar. Pense nele como um mapa rápido: você escolhe o caminho que faz sentido para a ocasião e, a partir daí, as opções começam a “se organizar” sozinhas.
Estilos de vinho
Aqui entram características bem fáceis de perceber, como presença de bolhas, nível de doçura, teor alcoólico e sensação geral de leveza ou potência.
É como escolher a “categoria” antes de escolher o rótulo. Você define o clima do momento e, a partir daí, seleciona as opções com mais segurança. Quer algo versátil para a refeição? Quer um vinho para brindar? Quer um vinho para acompanhar sobremesa ou pratos mais condimentados? O estilo já aponta o caminho, sem precisar saber dezenas de nomes de uvas.
Vinhos tranquilos
Vinhos tranquilos são os vinhos sem borbulhas (perlage). Aqui entra a maioria dos tintos, brancos, rosés. Eles passam pela fermentação alcoólica normalmente e, ao final, não possuem adição gás carbônico em quantidade suficiente para criar perlage.
É o estilo mais comum e o mais amplo, com uma variedade enorme de perfis: frescos e leves, frutados, minerais, potentes, com ou sem passagem por madeira.
Como reconhecer na prática
No rótulo, costuma aparecer apenas como “vinho” (tinto/branco/rosé). Na taça, não há formação contínua de bolhinhas subindo em fio (perlage). A sensação na boca costuma ser mais “linear”, sem aquela vibração que o gás do espumante traz.

Vinho tranquilo é aquele sem perlage.
Vinhos espumosos
Espumantes são elaborados a partir de diferentes métodos, sendo os mais conhecidos o tradicional e o Charmat.
O método tradicional ou champenoise (segunda fermentação na garrafa) é, geralmente associado a borbulhas mais finas e maior complexidade aromática, e o método Charmat (segunda fermentação em tanque) costuma preservar mais aromas frutados e florais, com perfil bem refrescante.
O que muda no sabor
A acidez parece mais destacada, porque a perlage aumenta a sensação de frescor. A textura fica mais viva. Mesmo um espumante mais cremoso ainda tem essa energia na boca. O estilo pode variar bastante pelo nível de açúcar (brut, demi-sec etc.), então nem todo espumante será seco.

Vinhos espumosos contam com borbulhas.
Quando usar
Espumantes não são só para festividades. Eles funcionam muito bem com diversos estilos de comida, especialmente quando há gordura, sal ou crocância no prato. Entradas, como tábua de frios e saladas, a pratos principais e sobremesas com chocolate ou frutas costumam combinar muito bem. Se você quer um “coringa” para receber gente em casa, espumante quase sempre resolve.
Vinhos licorosos/fortificados
São dois estilos de produção e podem gerar estilos diferentes de vinhos.
Vinhos doces
A doçura vem do açúcar residual. Isso acontece quando a fermentação não transforma todo o açúcar em álcool ou quando as uvas já chegam muito concentradas (por colheita tardia, desidratação natural, entre outras técnicas). O resultado é um vinho em que a doçura aparece de forma clara, equilibrada pela acidez muito presente.
Vinhos fortificados (licorosos)
Existe adição de álcool vínico em algum momento do processo. Isso aumenta o teor alcoólico e faz o rótulo ter estilo próprio, como no caso dos vinhos do Porto, que possuem acidez presente com alto teor de álcool, mas são bem equilibrados, dando origem a vinhos intensos.
Como reconhecer
Fortificados costumam indicar teor alcoólico mais alto no rótulo e, muitas vezes, trazem nomes tradicionais ligados ao estilo e à origem. Licorosos possuem uma expressão do estilo de cada região. No geral, são extremamente doces, mas com acidez elevada, balanceando o paladar.
Dica de escolha
Se a ideia é acompanhar sobremesa, vá de vinho doce (de preferência, com boa acidez, para não ficar enjoativo). Se a ideia é um vinho de “meditação”, para beber devagar, ou para harmonizar com queijos bem marcantes (como azuis), os fortificados entram com força.
Tipos de vinho por classificação
A cor do vinho é definida, em primeiro lugar, pela uva. Castas brancas dão origem a vinhos brancos, enquanto as uvas tintas podem dar origem a vinhos tintos e rosés.
Em casos especiais, como o da casta pinot gris, uma uva branca de casca rosada, possível é possível produzir vinhos rosés.
Já os brancos vinificados como tintos, nos quais o mosto permanece em contato com as cascas durante a fermentação, resultam em vinhos de coloração alaranjada, conhecidos como vinhos laranja.
Outro ponto importante: cor não define qualidade. Um vinho mais claro não é “mais fraco” e um vinho mais escuro não é “mais forte” automaticamente. A cor ajuda a entender estilo de sabor e estrutura, mas a intensidade final depende também de uva, região, rendimento do vinhedo, maturação e escolhas de vinificação.
Vinho tinto
O tinto nasce, na maior parte dos casos, de uvas tintas fermentadas com as cascas. É esse contato que entrega cor e grande parte dos taninos, já que o mosto é branco e a casca está na cor. Os taninos são responsáveis pela sensação de leve “amarra” na boca, conhecida como adstringência.
É uma sensação que pode ser comparada a comer um caqui ou uma banana verde, quando a boca parece “secar” por completo. Além disso, eles contribuem para a estrutura do vinho e para sua capacidade de envelhecimento: quando bem equilibrados com a acidez, dão origem a vinhos de guarda.
Os taninos são mais comuns em vinhos tintos, mas também podem estar presentes em alguns rosés e nos vinhos laranja.

Vinho tinto é feita com uvas tintas fermentadas com casca.
Espere de um vinho tinto mais estrutura e taninos (em geral), principalmente quando o vinho passa mais tempo em maceração ou quando a uva é naturalmente tânica.
Aromas que podem ir de frutas vermelhas e negras frescas a notas mais maduras, além de especiarias, ervas e, quando há madeira, toques como baunilha, café ou tostado (depende do tipo e do uso do carvalho).
A acidez varia muito: há tintos super frescos e tintos mais “redondos”. Por isso, vale usar a origem e a uva como guia.
Vinhos mais jovens apresentam aromas frutados e florais, além de maior frescor e acidez mais evidente. Já os vinhos de guarda desenvolvem aromas mais complexos, como frutas em compota e especiarias, resultado do tempo de envelhecimento.
Vinho branco
O branco costuma ser feito com pouco ou nenhum contato prolongado com as cascas. No entanto, quando esse contato é estendido de forma intencional, o resultado é o vinho laranja.
Mesmo quando a uva tem casca escura, o produtor pode prensar e separar rapidamente o suco, obtendo um vinho branco.
Conta com mais sensação de frescor, com aquele perfil “crocante” e leve na boca. Aromas que podem lembrar frutas brancas, frutas de caroço, flores e notas cítricas, variando conforme uva e região.
A textura pode mudar bastante com técnicas de vinificação: alguns brancos são bem leves, outros ganham mais corpo com maturação em contato com borras (sur lie) ou passagem por madeira.

O vinho branco tente a ser mais fresco e leve em boca que o tinto.
Vinho laranja
Vinho laranja é, na prática, um vinho de uvas brancas feito com técnica parecida com a do tinto: o mosto fermenta com as cascas por mais tempo. O resultado é uma cor que vai do dourado intenso ao âmbar e, muitas vezes, uma textura mais marcada.
Ele costuma ter mais corpo do que muitos brancos tradicionais. Pode ter tanino perceptível, porque as cascas entram no jogo. A sensação pode lembrar um branco “com pegada” ou até um tinto bem leve, dependendo do estilo.
Aromas que podem trazer casca de cítrico, chá, ervas, frutas secas e amêndoas controladas em alguns casos (isso varia muito por produtor e proposta).
É ótimo para quem gosta de branco, mas quer um vinho com mais textura e presença para harmonizar com comidas mais intensas. Também costuma agradar quem aprecia explorar estilos diferentes e sair do óbvio.
Vinho rosé
Rosé não é “mistura aleatória” de tinto com branco na maior parte dos casos. Existem métodos clássicos e bem estabelecidos de produção, e cada um entrega um tipo de rosé.
Principais métodos
- Prensagem direta: contato curto com as cascas, extraindo pouca cor. Costuma gerar rosés mais claros, no estilo Provence, leves e delicados.
- Saignée (sangria): parte do suco é retirada (“sangrada”) de uma cuba de tinto no início do processo. Pode gerar rosés com mais cor e estrutura.
- Blend: mistura de vinho branco com uma pequena parte de tinto. Em vinhos tranquilos, nem sempre é permitido ou comum. Em alguns espumantes, é um método aceito e tradicional em certas regiões.
O vinho rosé conta com o frescor típico dos brancos com um toque de fruta vermelha (morango, framboesa, cereja), dependendo das uvas. Um estilo que vai do superleve e pálido ao rosé mais estruturado, com mais corpo e até notas mais gastronômicas.
O rosé é versátil e costuma funcionar bem tanto como vinho de piscina quanto à mesa, principalmente com pratos mediterrâneos, grelhados leves, comida asiática menos picante e tábuas de frios.

O rosé é um tipo de vinho versátil.
Classificação por intensidade (corpo do vinho)
Quando falamos em intensidade dos vinhos, é comum pensar em “vinho forte” ou “vinho fraco”. Mas na linguagem do vinho, a ideia mais útil é corpo. Corpo é a sensação de peso e volume na boca. É o quanto o vinho parece leve como água, médio como leite ou mais denso como um suco de pêssego ou manga (comparação só para ajudar a imaginar a textura).
Aqui é importante separar duas coisas: cor do vinho e corpo do vinho não são a mesma coisa. Um branco pode ser encorpado. Um tinto pode ser leve. O que constrói corpo é uma combinação de fatores, como: teor alcoólico, açúcar residual, extração e taninos.
Leve
Vinhos leves têm uma sensação mais fluida e refrescante. Eles “escorregam” na boca e costumam dar vontade de mais um gole logo em seguida. Em tintos leves, os taninos aparecem pouco e a fruta costuma ser mais direta, sem pesar.
Ótimo para escolher em dias quentes e momentos ao ar livre. Refeições leves (saladas, peixes, massas com molho simples). Encontros longos, quando você quer um vinho que acompanhe a conversa sem cansar o paladar.
Se você se incomoda com tanino marcante, começar pelos leves é uma boa estratégia. Outro sinal comum: vinhos leves tendem a ser ótimos quando levemente resfriados (principalmente alguns tintos leves e quase todos os brancos e rosés).
Médio
Corpo médio é o equilíbrio. O vinho tem presença, mas não ocupa a boca inteira. Ele consegue acompanhar a comida com facilidade e costuma ser o estilo mais “coringa”, porque não fica apagado em pratos um pouco mais intensos, nem pesa em pratos mais delicados.
Boa opção para jantares do dia a dia, quando você não quer ficar pensando demais. Massas, aves, carnes magras e pratos assados, assim como queijos de média intensidade
Encorpados
Vinhos encorpados têm uma sensação mais densa, “cheia” na boca. Em tintos, é comum sentir taninos mais presentes e um teor alcoólico que aparece mais, trazendo aquecimento. Em brancos encorpados, a textura pode vir de técnicas como contato com borras/lias e madeira, deixando o vinho mais volumoso.
Ótimo para acompanhar carnes mais intensas e cortes com mais gordura. Pratos com molho encorpado, redução, cozidos e assados bem temperados. Queijos curados e preparos com sabor mais profundo.

Tintos encorpados contam com bastante presença de taninos.
Classificação pelo teor de açúcar
O dulçor do vinho não é só preferência pessoal. Existem duas medidas: açúcar adicionado e açúcar residual (em gramas por litro). O residual permanece no vinho depois da fermentação. Quanto mais, mais doce o vinho tende a parecer.
O açúcar adicionado é incorporado de forma controlada durante o processo de vinificação, seja para ajustar o equilíbrio do vinho, auxiliar na fermentação ou corrigir características da uva em determinadas safras, sempre seguindo as normas de cada região produtora.
Um detalhe que muda tudo: dulçor e fruta não são a mesma coisa. Um vinho pode ser seco e ainda assim lembrar frutas bem maduras, dando impressão de doçura aromática. E pode ser doce de verdade, com açúcar residual alto, mesmo sem parecer “frutado”.
A OIV (Organização Internacional da Vinha e do Vinho) traz definições de referência para termos como “seco/dry”, com faixas de açúcar e uma condição ligada à acidez. Essa referência ajuda a entender por que dois vinhos podem parecer “igualmente secos”, mesmo com números diferentes: a acidez também pesa na sensação final.
Seco
Em linhas gerais, é o vinho com pouco açúcar residual. Pela referência da OIV, “dry/seco” pode ser até 4 g/L (ou até 9 g/L em situações específicas ligadas à relação entre açúcar e acidez).
Seco não quer dizer “áspero”. A sensação de “secar a boca” pode vir de taninos (no tinto), que é outra coisa. Um branco seco pode ser macio e fácil. Um tinto seco pode ser frutado e redondo. O “seco” aqui é sobre açúcar, não sobre textura.
Meio seco
É o território do vinho com toque de doçura, mas ainda distante de um vinho de sobremesa. Em algumas referências internacionais, aparece como “medium-dry”, acima do seco e abaixo do doce.
Funciona bem com comida levemente picante (a doçura ajuda a equilibrar a ardência) e pratos com contraste agridoce.
Se você sente que vinhos muito secos “travam” seu paladar, o meio seco pode ser uma ponte inteligente. Ele mantém frescor, mas dá um arredondamento.
Doce
Doce é quando o açúcar adicionado fica claramente perceptível. A OIV considera “doce” a partir de um patamar mais alto de açúcar adicionado.
Observação importante: Os termos do rótulo podem variar por país e categoria. Em espumantes, por exemplo, existe uma escala própria (brut nature, extra brut, brut, demi-sec etc.), com faixas de açúcar em g/L. Por isso, o mesmo consumidor pode achar um espumante mais seco do que um vinho tranquilo, mesmo quando ambos têm algum açúcar.

Seco, meio seco e doce: como medir a doçura.
Método de produção de vinho
Este tópico conversa com sustentabilidade, filosofia de vinhedo e intervenções na adega. Aqui, a clareza é sua melhor amiga: alguns termos têm regra e certificação (caso do B Corp); outros são mais “movimento” do que lei (caso dos vinhos veganos).
O melhor jeito de usar essas categorias é como um filtro de intenção. Você quer reduzir insumos químicos? Quer um vinho de mínima intervenção? Quer um produtor com certificação reconhecida? Cada termo aponta para um caminho, mas vale lembrar: nenhum deles, sozinho, garante que você vai gostar do sabor. Eles dizem mais sobre como foi feito do que sobre “é bom ou ruim”.
Orgânico
Costuma envolver regras de cultivo (sem determinados insumos sintéticos) e práticas de vinificação, dependendo da legislação local. Na União Europeia, existe regulamentação para produção e rotulagem de vinho orgânico, com regras que incluem também o que pode ou não pode acontecer na adega, além do uso de selo/logotipo quando aplicável.
Nos EUA, a rotulagem orgânica tem particularidades. Materiais do USDA explicam diferenças entre “organic wine” e “made with organic grapes”, incluindo regras relacionadas a sulfitos adicionados.

Quinde Carbernet Franc orgânico.
Biodinâmico
Geralmente, vai além do orgânico e envolve uma visão de manejo do vinhedo mais ampla, com práticas específicas e auditorias. A certificação mais conhecida é a Demeter, com padrões próprios e exigências de adequação para vinhedo e adega, conforme o caso.
Natural
“Vinho natural” costuma ser associado à mínima intervenção. Em geral, entra na conversa: poucos aditivos e pouco ou nenhum sulfito adicionado. O ponto é que a definição pode não ser padronizada em todos os lugares.
Se o seu objetivo é entender o que tem na garrafa, procure informações técnicas (como uso de sulfitos, filtração e práticas de vinificação). O termo “natural”, sozinho, pode significar coisas diferentes.
Classificação por envelhecimento de vinho
Aqui entra uma armadilha comum: termos como “Reserva” e “Gran Reserva” podem confundir o consumidor. Em alguns países, essas denominações seguem regras bem definidas de envelhecimento e qualidade; em outros, especialmente no caso de “Reservado”, o termo pode não ter significado técnico algum, sendo apenas o nome de um vinho ou de uma linha criada pela vinícola, como acontece com alguns rótulos chilenos.
Por isso, o mais importante é sempre considerar o país de origem e entender o contexto em que o termo é utilizado.
Reserva
O termo pode ter significados diferentes conforme a região de origem do vinho. Em áreas mais tradicionais, ele costuma indicar um tempo mínimo de envelhecimento em barrica e/ou garrafa, enquanto em outros mercados pode ser usado de forma menos regulada. Por isso, é essencial observar a procedência do rótulo e buscar informações complementares, como safra, teor alcoólico e menções de envelhecimento, lembrando que a reputação e a consistência do produtor também são fatores importantes na escolha.
Gran reserva
“Gran Reserva” normalmente indica um patamar maior de envelhecimento em regiões onde existe regulamentação. Um exemplo conhecido é a Espanha, onde há referências e explicações sobre tempos de envelhecimento para categorias como Reserva e Gran Reserva (variando por tipo e denominação).
Em taça, você tende a encontrar mais notas de evolução: fruta mais madura, especiarias, tostado e textura mais polida.
Estilo de vinho por uva
Este é um dos jeitos mais gostosos de aprender, porque conecta “nome de uva” com o que você sente bebendo. E porque, depois de algumas garrafas, você começa a reconhecer padrões do seu gosto: acidez alta te agrada? Você prefere taninos macios? Você ama aromas florais?

Se você gosta muito do vinho de uma uva específica, é provável que vá apreciar outros varietais da mesma casta.
Blends
Blend (ou corte) é a mistura de uvas. Pode ser tradição (em várias regiões clássicas) ou decisão do enólogo para equilibrar fruta, tanino, acidez e aroma.
Alguns blends entregam equilíbrio com mais constância entre safras. Muitos produtores usam os cortes para “costurar” o vinho: uma uva entra com perfume, outra com estrutura, outra com acidez.
Entender as principais classificações de vinhos deixa a escolha muito mais objetiva. Pense no estilo, na cor, na intensidade dos vinhos (corpo) e no teor de açúcar. Com esses filtros, os tipos de vinho ficam fáceis de comparar e você acerta mais rápido no que combina com seu paladar e com a ocasião.
Agora é sua vez de colocar este guia em prática. Entre agora no site do divvino.com.br e teste uma escolha guiada por uma dessas classificações. Comece com uma pergunta simples “hoje eu quero leve ou encorpado?” e deixe o restante do rótulo responder.
Flávia
Sommelier internacional pela FISAR/UCS, pós-graduada em Marketing e Negócios do Vinho pela ESPM. Há 10 anos atuando no mercado e através de diversos canais de mídia especializados no mundo do vinho. Propago conhecimento para enófilos e amantes da bebida. Falar sobre vinhos é um prazer!





